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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O que não pode ser definido como avivamento  |  Pastor Sérgio Fernandes

1 Coríntios 3:1 - ¶ E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. 

Avivamento costuma ser confundido com barulho. Quando mencionamos uma Igreja onde os crentes glorificam a Deus nos cultos, há muito barulho e agitação na liturgia, costumamos dizer: “aquela igreja é avivada”. Para estes, uma comunidade em que a liturgia é mais ordeira e reflexiva não é avivada. Este é um terrível engano que pretendo corrigir.

Avivamento não é barulho, embora posso ocasionar focos de alegria que produzam algum barulho. Avivamento não é produzido com gritos no microfone, e muito menos pelo falar em outras línguas na adoração. Uma comunidade pode ter essa característica e ser considerada carnal aos olhos de Deus. Haja vista nossos irmãos da Igreja de Corinto.

Embora seja pentecostal, não espero um avivamento que produza experiências exteriores mas não mude o coração do povo. Se um suposto avivamento não produz na comunidade os emblemas de Atos dos apóstolos, ele não passa de barulho e modismo.
Entendendo o avivamento  |  Pastor Sérgio Fernandes

2 Crônicas 30:9 - Porque, em vos convertendo ao SENHOR, vossos irmãos e vossos filhos acharão misericórdia perante os que os levaram cativos, e tornarão a esta terra; porque o SENHOR vosso Deus é misericordioso e compassivo, e não desviará de vós o seu rosto, se vos converterdes a ele. 

O que é avivamento? Você já ouviu essa palavra alguma vez? Se você é cristão e estudou pelo menos uma vez a história da igreja, se deparou com este termo que mexe tanto com o coração daqueles que almejam a glória de Deus. Nos dias atuais, falamos muito de avivamentos e até mesmo confundimos alguns modismos com eles. Mas espero, na graça de nosso Deus, poder transmitir-lhes o verdadeiro sentido deste gracioso mover que Deus deseja realizar em nosso meio.

Avivamento é, em essência, um retorno sincero dos crentes a uma vida de profunda obediência e dependência de Deus. Para a Igreja, precisamos adicionar também um retorno aos princípios que caracterizaram a Igreja dos tempos apostólicos. Todo avivamento verdadeiro deve conduzir os crentes a experimentar uma vida cristã similar aquela registrada em Atos dos apóstolos. Deste modo, avivamento não é barulho, é um retorno aos moldes bíblicos que Deus determinou para a Sua Igreja. Avivamento é uma obra do Espírito em uma comunidade que decide buscá-lo com todo fervor.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Com a alma justificada  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 18:14 - Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado. 

A justificaçao é a doutrina central das Sagradas Escrituras. Você já aprendeu sobre ela em sua comunidade cristã? Justificação é a maneira pela qual Deus declara um ser humano pecador justo perante Ele. Como inocentar alguém que é culpado pelos seus pecados? Pelo que aprendemos na Bíblia Sagrada, Deus nos justifica pela fé em Cristo (Rm 5.1).

O publicano foi justificado por Deus porque reconheceu seu estado pecador e buscou Sua misericórdia. Essa deve ser a nossa busca diária. Num tempo onde o materialismo e a busca pelas coisas terrenas tem desfigurado a fé de muitos cristãos, os que temem a Deus continuam unidos na mesma oração: “Senhor, tem misericórdia de mim, que sou pecador”.

Obrigado Senhor, por ter me dado o que eu não merecia, e jamais merecerei: a justificação da minha alma perante Ti. 
Lições do publicano (3)  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 18:13 - O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: O Deus, tem misericórdia de mim, pecador! 

Uma última observação que pude fazer no publicano foi a maneira diferente como ele se dirigiu a Deus em oração. Enquanto a oração do fariseu foi longa e cheia de comparações com outras pessoas, a oração deste foi curta, concentrada em Deus.

Para o publicano, não importava ser melhor ou pior do que as outras pessoas. O que importava era ser alcançado pela misericórdia divina. Este princípio é válido para nós também. A Bíblia nos alerta para cuidarmos da própria vida (1 Co 11.28) e a evitar viver se comparando com as pessoas.

Na vida sempre existirão pessoas que, a nossos olhos, são melhores ou piores do que nós. Mas esteja concentrado em Deus, que é Único, Soberano e Glorioso sobre todos nós. Aprenda a viver com Ele, aprendendo Sua vontade e usufruindo de Seu perdão. Isso tornará a sua vida completa (Mt 5.6).
Lições do Publicano (2)  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 18:13 - O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: O Deus, tem misericórdia de mim, pecador! 

O publicano também parecia entender parcialmente o que nós cristãos chamamos de depravação. Veja no texto que ele confessava abertamente ser pecador e admitia que precisava da misericórdia de Deus. Em outras palavras, ele afirmava: eu reconheço que mereço ser condenado por ser quem eu sou, mas preciso do seu perdão!

A depravação é uma verdade bíblica que afirma que todos os homens pecaram, e que por causa disso foram destituídos da glória de Deus (Rm 3.23). Sem ter consciência de que é pecador e réu de juízo eterno, o homem não pode admitir que precisa de um Salvador. Deste modo, por causa da depravação, o homem depende integralmente da obra de Deus para ser salvo. É necessário que o Espírito Santo o vivifique (Jo 16.7,8) para que este creia em Jesus Cristo e o confesse como Salvador e Senhor.

Quando estamos conscientes de nosso estado de perdição, valorizamos muito mais nossa vida com Cristo. Agradeça a Ele todos os dias por tão gloriosa salvação! Quem se reconhece pecador pode experimentar, pela fé em Cristo, a misericórdia divina e o seu maravilhoso perdão!






terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Lições do publicano (1)  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 18:13 - O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: O Deus, tem misericórdia de mim, pecador! 

A primeira coisa que observei no publicano foi sua consciência da santidade divina. Deus é santo, e não tolera o pecado. Ninguém na face da terra pode se aproximar dEle sem a mediação feita por Cristo (1 Tm 2.5). O publicano parecia entender isso, pois a Bíblia disse que, ao entrar no templo, ele ficou "de longe".

Quando aprendemos quem Deus É, nossa postura perante Ele é diferente. Enquanto o fariseu parecia conhecer sua suposta santidade, desconhecendo porém a santidade de Deus, este pobre publicano além de conhecer a santidade de Deus, conhecia seu próprio pecado. Por isso, buscava com fervor a misericórdia divina.

Quem reconhece que por causa do pecado deve estar longe de Deus terá mais facilidade de abraçar a graça de Cristo para chegar "bem pertinho" do Pai Celestial.
Quem merece a salvação?  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 18:13 - O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: O Deus, tem misericórdia de mim, pecador! 

Na primeira parte desta série, analisei um pouco as características do fariseu e o que aprendi com a sua postura diante do Senhor. Agora, quero dar atenção a vida do publicano e observar o porque este homem recebeu louvor de Cristo ao término da parábola.

Primeiro, é importante notar que os publicanos compunham um grupo de pessoas que era rejeitado pelos patrícios por sua profissão: eles eram coletores de impostos. Justamente pela visão errônea que os judeus tinham da misericórdia de Deus que esta parábola ganha força: onde não parecia ser provável o favor divino, foi justamente onde ele foi derramado.

Justamente em nós, que não merecemos o perdão de Deus, é onde Ele deseja manifestar-se! Receba pela fé em Jesus o perdão divino e a justificação de sua alma!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012






FSL amizade linda e verdadeira... Obrigada por tudO! AmOoO Te ;)





sábado, 18 de fevereiro de 2012





Os muitos erros do fariseu (3)  |  Pastor Sérgio Fernandes

Outra coisa que observei no fariseu foi a necessidade que ele tinha de se comparar com os outros. Ele terminou sua oração afirmando ser (1) diferente dos outros homens e (2) melhor que o publicano.

Esta necessidade de ser o melhor, de estar em evidência, é característica da vida de alguém que ainda não conheceu a Jesus. Quem de fato entendeu o evangelho não está em busca de aplausos, mas de oportunidades para servir. Que está com Cristo não quer troféus, mas sim uma cruz!

Não procure se comparar com os demais, e nem tenha desejo de ser melhor que os outros. Seja como Cristo, e o Pai se alegrará de ti.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Os muitos erros do fariseu (2)  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 18:12 - Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. 

Observei também no fariseu que a sua oração foi mais longa que a do publicano. Foi uma oração recheada de palavras bonitas, muito bem escolhidas, que apenas reforçavam o quão errado estava este homem em sua fé.

O fariseu queria se relacionar com Deus através de suas obras. Ele se achava tão seguro que fazia a coisa certa que só faltou terminar sua oração dizendo: "Deus, você deveria agradecer por ter um servo como eu". Pobre homem, estava na estrada errada, embora julgasse estar no caminho certo.

Você nunca merecerá o favor divino, por melhor que seja. Por isso, una-se comigo na oração do publicano: "Senhor, tem misericórdia de mim, que sou homem pecador".

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Os muitos erros do fariseu (1)  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 18:11 - O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: O Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. 

Os exemplos bíblicos nos foram deixados para podermos corrigir os nossos passos nos caminhos da fé em Deus. E observar a postura do fariseu nos ensina diversas lições daquilo que não devemos fazer se quisermos agradar o Senhor.

O fariseu se considerava justo, tão justo a ponto de sentir-se melhor que os outros. Seu coração soberbo lhe encheu de um alto conceito de si próprio, e isso cegou seus olhos para a santidade de Deus. Mesmo cumprindo a cartilha religiosa que possuía, ele cometia o gravíssimo pecado de utilizar a fé para se vangloriar perante os demais.

Ah Senhor, me livra de ter um coração enganoso na Tua presença. Ensina-me a viver para Tua glória apenas.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Muitas coincidências, uma diferença crucial  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 18:10 - Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. 

Analisando a parábola do fariseu e do publicano, há uma série de detalhes deixados no texto que merecem nossa atenção. Os dois personagens tinham a mesma fé, iam ao mesmo templo, oravam ao mesmo Deus. Mas não tinham o mesmo coração.

Qual tem sido a sua postura diante do Senhor? Que tipo de coração Deus tem encontrado em você? O do fariseu, repleto de soberba e orgulho religioso, ou o do publicano, sedento da graça e da misericórdia divina?

Pouco adianta ter a fé certa e permanecer com o coração errado. Que o Senhor purifique nosso coração de toda sujeira e carnalidade, fazendo de nós novas criaturas pela fé em Jesus Cristo.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A parábola do fariseu e do publicano - Introdução  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 18:9 - ¶ E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: 

Quando escreveu seu evangelho, Lucas nos presenteou com uma das mais importantes parábolas de Jesus: a do fariseu e do publicano. O propósito do Mestre com essa estória foi deixar uma preciosa lição para aqueles que, julgando-se justos, desprezavam os outros.

Há dois personagens na parábola: um fariseu que precisava reconhecer sua miséria e um publicano consciente de que era merecedor de condenação. O primeiro, arrogante, orgulhava-se de sua religião, a ponto de se esquecer da graça de Deus e da sua bondade. O outro era tão ciente de seu pecado que era incapaz de buscar outra coisa que não fosse a misericórdia de Deus.

CA fé em Cristo liberta o homem da condenação (Rm 5.1), mas não sem antes humilhá-lo, mostrando-o seu estado de depravação. Jamais se esqueça de que você não merece nada de Deus. Isto o manterá humilde perante Ele.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012



Experimente a Deus através de Cristo  |  Pastor Sérgio Fernandes

João 17:3 - E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. 

Se quisermos experimentar a comunhão com Deus e nos relacionarmos com Ele, é imprescindível recebermos em nossa vida a obra consumada de Cristo na cruz do Calvário. O pecado nos afasta do Senhor e de todo o bem, mas Jesus sofreu na cruz a punição pelos pecados da humanidade, oferecendo vida eterna a todos os que crêem em Seu nome.

E o que é a vida eterna? Segundo as próprias palavras de Jesus, “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”, Jo 17.3. O que você vive distante de Deus é uma fração tão pequena daquilo que Deus deseja te proporcionar, seja em amor, em fé, em experiências pessoais ou em satisfação. A vida sem Deus não vale a pena!

Por isso, receba hoje mesmo a salvação pela fé em Jesus. E recebendo-a, experimente a Deus em Sua vida.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012


Unidos a Cristo, Unidos a Deus  |  Pastor Sérgio Fernandes

1 Timóteo 2:5 - Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.

Quando estamos namorando, costumamos brincar que, ao casarmos, levamos junto a família de nosso cônjuge. Comigo foi assim. Como minha esposa é filha única, o casamento me deu de presente um novo pai e uma nova mãe. E sou muito agraciado por essa nova família que recebi. Da mesma forma, toda pessoa que se une ao Filho de Deus, levará de presente o Pai Celestial.

Jesus é o caminho que nos leva ao Senhor. Isso significa que Ele é o mediador entre nós, pecadores e o Deus Santo (1 Tm 2.5). Em Cristo, a justiça de Deus é satisfeita (pois Ele sofreu a punição de nossos pecados) e nossa alma é redimida (porque o pecado já castigado não precisa ser novamente punido em nós, dando-nos a chance de sermos perdoados pelo Senhor).

Se quisermos estar unidos ao Pai Celestial, precisamos estar unidos a Seu Filho. Experimente a Deus vivendo uma vida de união com Cristo, pela fé!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Observando as obras de Cristo  |  Pastor Sérgio Fernandes

João 5:36 - Mas eu tenho maior testemunho do que o de João; porque as obras que o Pai me deu para realizar, as mesmas obras que eu faço, testificam de mim, que o Pai me enviou. 

Foi Jesus quem afirmou que fazia as obras de Seu Pai (Jo 5.36). De uma maneira gloriosa, o Salvador era o retrato do que acontecia (e acontece) no céu, mostrando a humanidade o que Deus faz, está fazendo e fará para dar cabo de seus propósitos eternos. Se você quiser saber o que Deus faz (e quiser experimentar estas obras em sua vida), observe o Cristo fez!

Jesus socorria os necessitados (Mt 20.34)! Sua compaixão com o que sofre mostra que o Pai se compadece do homem sofredor. Jesus também ensinava os homens a viver uma vida melhor (Mt 5.1,2). Deus deseja fazer cada ser humano desta terra uma pessoa nova, transformada pela graça que está em Cristo. Jesus perdoava pecados (Lc 7.48). Deus também deseja perdoar os seus pecados, para que você não sofra a condenação.

Experimente a Deus observando as obras de Cristo (e buscando-as, pela fé em Seu nome).
Resgatando a devoção por Cristo  |  Pastor Sérgio Fernandes

Marcos 8:12 - E, suspirando profundamente em seu espírito, disse: Por que pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo que a esta geração não se dará sinal algum. 

Para experimentar a Deus em sua vida, é necessário resgatar uma devoção sincera pelo Senhor Jesus Cristo. Hoje em dia, vejo que muitas comunidades cristãs tem tido dificuldades em ensinar os cristãos a terem este desejo profundo pela presença de Cristo.

Seja pelo excesso de atividades da igreja, ou até mesmo pelo desvio da verdadeira mensagem evangélica, as pessoas estão esperando Cristo fazer alguma coisa para o adorarem. Quem vive em busca de sinais será repreendido pelo Salvador (Mc 8.12).

Não procure a Jesus apenas quando julga que precisa dEle (porque se fosse humilde, reconheceria que precisa dEle o tempo todo e não sairia de Sua presença). Não adore a Cristo apenas quando Ele lhe faz alguma coisa (o dia mau pode vir e roubar sua adoração). Adore a Cristo pelo que Ele fez, morrendo por seus pecados! Quando descobrir o valor da salvação, jamais cessará de glorificar o Teu Redentor.

Experimente a Deus resgatando uma genuína devoção pelo Salvador Jesus.
Deus se revelou através do Filho  |  Pastor Sérgio Fernandes

Hebreus 1:3 - O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas; 

Desde pequeno, eu venho ouvindo de muitas pessoas o quanto eu sou parecido com o meu pai. No jeito de falar e argumentar, no prazer pelos estudos, na disposição do coração em ajudar e motivar as pessoas. Não sei afirmar se sou assim pelo que observei nele, ou se herdei isso geneticamente, mas uma coisa é fato: dá para perceber claramente traços da personalidade e do caráter do meu pai em mim.

Na religião cristã, há um paralelo muito interessante com minha história. Jesus é para nós a "perfeita semelhança do próprio Deus" (Hb 1.3). Ele próprio afirmou que era um com o Pai (Jo 10.30) e que, através dele, Deus poderia ser visto (Jo 14.7). Se quisermos conhecer como Deus É, podemos observar Seu Filho Jesus Cristo. Ele nos revela claramente como é o Criador, e por Ele, podemos nos aproximar deste Deus e partilhar de suas bênçãos para nossa vida.

Experimente a Deus pela fé! O caminho para essa experiência é Cristo (Jo 14.6).





terça-feira, 7 de fevereiro de 2012














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